O que faz um personal chef, na prática?
Monta o menu, compra os ingredientes, cozinha no dia e na sua casa e entrega a cozinha limpa. A diferença em relação a bufê é que o menu é escrito para aquela ocasião e aquelas pessoas, não escolhido de um catálogo pronto.
Para quantas pessoas vale a pena?
De duas a doze. Nessa faixa cada prato sai na hora e no ponto, que é o sentido de ter um chef ali. Acima disso o serviço muda de natureza e precisa de equipe, então vale conversar antes de combinar data.
Quanto custa?
Depende de três coisas: quantas pessoas, quantas etapas o menu tem e quais ingredientes você quer na mesa. O orçamento sai fechado antes, com ingredientes e serviço separados, para você ver onde cada real vai. Nada é comprado antes da sua aprovação.
Preciso ter cozinha de revista?
Não. Preciso de fogão que funcione, pia, bancada e tomada. Levo o que falta de utensílio. Em cozinha pequena o menu se adapta, e isso é combinado na conversa, não descoberto no dia.
E restrição alimentar?
Entra no projeto do menu desde a primeira linha. Alergia, intolerância, dieta e aquilo que a pessoa simplesmente não come: me diga tudo. Menu que ignora a mesa é menu que serve ao chef, não ao convidado.
Com quanta antecedência preciso reservar?
Quanto mais cedo, melhor a escolha de ingrediente e de data. Fim de semana e véspera de feriado fecham primeiro. Se a sua data é apertada, me chame mesmo assim: às vezes dá.